Verdade registrada no âmago de vários idiomas, não só informalmente no carinho do tratamento, mas palavra usada como legítimo plural coletivo de filho/filha. - francês : mes enfants - alemão : meine Kinder - inglês : my children - árabe : auladi
O que a gente às vezes se esquece, é que mesmo se tornando pais, não deixam de ser filhos.
Portanto, somos todos eternas crianças, sempre ternas criançonas!
Em outros tempos esse facebook chovia de posts e no whatsapp era uma enxurrada de memes e banners celebrando o dia de hoje, e se possível a noite também, principalmente.
As empresas de perfumes, roupas, jóias, chocolates, restaurantes e motéis aproveitavam para anunciar e convocar os adeptos, o marketing achava mais apropriado aproveitar esta data do que o dia dos namorados.
Nem a Lua cheia que reina no céu claro e limpo não inspirou ou lembrou os interessados ou distraídos.
Hoje, dia 6/9 voltou a ser apenas "véspera do feriado".
Os tempos atuaia ou a situação das pessoas devem estar mesmo transformando tudo assexuado.
Enfim, Feliz 69 pra quem ainda se lembra o que é e/ou como faz!
"Tem dia que a gente se sente tão pequeno, um grande vazio, um nada... Quando assim, melhor é pensar que de baixo só se sobe, engrandece... Que se estamos ali, temos ainda chão pela frente a percorrer... E aquele sentimento a gente deixa para trás."
Perfeccionista, Preguiçoso, Pensador, Ponderado, Privado, Passado, Presente, Porvir, Palhaço, Pândego, Pindaíba, Paciente, Poliglota, Palpiteiro, Pai por paixão, Paixão pelo Par, Prolixo mas não Pro lixo, Pirado, Potencialidade, Por aí afora e outras Possibilidades...
Meu primeiro blog foi/é o Relatos de Viagem e Reflexões, http://mesdre.myblog.com.br. Como aquele se apresenta distorcido quando acessado com FireFox em vez de InternetExplorer, passarei a postar neste e naquele, e aos poucos trarei algumas postagens de lá para cá.
Certamente, depois da leitura haverá muito mais coisas a serem ditas.
Quem já leu os escritos da Mirian Martin, ou A Senhora, do Caldeirão-da-Bruxa, sabe que seus textos não apenas divertem e são fáceis e gostosos de ler, como também deixam no ar e na gente aquela sensação de delícia ao apreciar uma boa história bem contada.
São contos ou capítulos curtos que se entrelaçam no enredo e em nossa vida cotidiana, mesmo quando o tema por vezes foge ao abstrato e à fantasia para nos surpreender no fim.
Pessoalmente, acho que seu estilo lembra muito a rapidez e inteligência de Luiz Fernando Veríssimo. Poucos conseguem fazer puramente dos diálogos uma forma completa de narrativa! É preciso muita habilidade para isto, ou o talendo e dom natural dos bons escritores.